Notícias de última hora / Breaking news


Caravela Sideral wishes to all its followers health and peace! / A Caravela Sideral deseja a todos os seus seguidores saúde e paz!

sábado, 30 de dezembro de 2017

Supernova 1987A, na Grande Nuvem de Magalhães / in the Large Magellanic Cloud,

Imagem composta ( Chandra X ray Observatory e Hubble )
Raios X, azul e púrpura / X ray, blue and purple.
Luz visível, rosa e branco / Visible light, pink and white.

Nasa New Frontiers, Titan e / or 67P / Churyumov-Gerasimenko?

O programa New Frontiers, da Nasa, patrocinou algumas missões em curso, a Juno que está a explorar Jupiter, a New Horizons que nos mostrou Plutão,como nunca tínhamos sonhado e que está agora em hibernação e a caminho do Cinturão de Kuiper e a OSIRIS-REx que deverá chegar em 2018 ao asteróide Bennu.
Na Primavera de 2019 este programa deverá escolher as duas missões que chegaram à final, a Dragonfly e a Comet Astrobiology Exploration Sample Return e uma delas deverá ter início em meados da próxima década.
É muito tempo, mas os projectos são demorados, a construção das naves e respectivos testes obedecem a parâmetros de qualidade que tornam tudo mais lento e ainda bem que assim é, porque senão não teríamos tantas missões de sucesso, como as que a Nasa nos habituou.
Pessoalmente, acho que a oportunidade deve ser dada à missão Dragonfly do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins (JHAPL).
Não só porque já está a decorrer uma missão a um asteróide, e o projecto CAESAR da Universidade de Cornell e do Goddard Space Flight Center ser quase uma repetição ( apesar de ser um cometa fascinante e já visitado pela europeia Rosetta e pelo malogrado Philae ) mas também porque é a oportunidade das nossas vidas ( e dos cientistas que nela trabalham ) de ver a exploração inovadora de uma lua fascinante como Titan.
A missão Dragonfly tem tudo para ser um sucesso extraordinário, tal como aconteceu com os três rovers marcianos e com a Cassini. Titan é um objectivo único, uma promessa entusiasmante em termos científicos e o  modo de exploração proposto, um drone voador com quatro motores e oito conjuntos de hélices alimentado por um gerador termoelétrico de radioisótopos,( já abordado noutro post neste blog), é revolucionário quanto baste...
Por isso, a Caravela Sideral apoia entusiásticamente o projecto Dragonfly.

NASA's New Frontiers program supported some ongoing missions, Juno that is exploring Jupiter, New Horizons that showed us Pluto as we had never dreamed of and is now in hibernation and en route to the Kuiper Belt and OSIRIS -Rex that is expected to arrive in 2018 at the asteroid Bennu.
In the spring of 2019 this program will have to choose between two missions that have reached the final, Dragonfly and Comet Astrobiology Exploration Sample Return and one of them should start in the middle of the next decade.
It is a long time, but the projects are time consuming, the construction of the spaceships and their tests obey to quality parameters that make everything slower and even better, because otherwise we would not have as many success missions as those that NASA has accustomed us...
Personally, I think the opportunity should be given to the Dragonfly mission of the Johns Hopkins Applied Physics Laboratory (JHAPL).
Not only because a mission to an asteroid is already under way, and the CAESAR project of Cornell University and the Goddard Space Flight Center is almost a repeat (despite being a fascinating comet already visited by the European Rosetta and the ill-fated Philae) but also because it is the opportunity of our lives (and of the scientists who work at it) to see the innovative exploration of a fascinating moon like Titan.
The Dragonfly mission has everything to be an extraordinary success, as happened with the three Martian rovers and with Cassini. Titan is a unique goal, a scientifically exciting promise and the proposed mode of exploration, a four-engine flying drone with eight sets of propellers powered by a radioisotope thermoelectric generator (discussed elsewhere in this blog), is revolutionary enough.
Therefore, Caravela Sideral enthusiastically supports the Dragonfly project.

Dragonfly in Titan
Imagem Nasa

CAESAR in 67P / Churyumov-Gerasimenko
Imagem Nasa





Contentor de carga do Falcon Heavy à luz do sol / Falcon Heavy payload fairing in sunlight.

Ainda vazio, ou já com o famoso Tesla Roadster lá dentro?
Still empty, or already with the famous Tesla Roadster inside?
Imagem @ECDiazdeLeon

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Falcon Heavy, na vertical, para testes de motores / vertically, for engine tests.

Imagem espectacular de / Spectacular image of   Derrick.Stamos@Helodriver2004

As luas esquecidas do distante Urano / The forgotten moons of distant Uranus.

Urano é um gigante gelado, cerca de quatro vezes maior do que a Terra e que fica a uma distância de 2,9 biliões de quilómetros.
Foi visitado apenas pela sonda Voyager 2 em Janeiro de 1986, que teve apenas seis horas para fotografar e analisar o planeta e os seus satélites.
Urano e Neptuno são os agora os planetas mais desconhecidos do Sistema Solar e não há, infelizmente,  nenhuma missão programada para os visitar. Até o mais distante Plutão, recentemente visitado pela sonda New Horizons, foi muito mais estudado e divulgado.
Urano tem um ténue e delicado sistema de anéis e 27 luas conhecidas ( 10 foram descobertas durante a fulgurante passagem da Voyager 2, que descobriu também mais dois anéis e ainda que o campo magnético do planeta é mais forte do que o de Saturno).

Uranus is a frozen giant, about four times larger than the Earth and that is at a distance of 2.9 billion kilometers.
It was only visited by the Voyager 2 probe in January 1986, which took only six hours to photograph and analyze the planet and its satellites.
Uranus and Neptune are now the most unknown planets in the Solar System and there is, unfortunately, no scheduled mission to visit them. Even the farthest Pluto, recently visited by the New Horizons spacecraft, was much more studied and publicized.
Uranus has a faint and delicate ring system and 27 known moons (10 were discovered during the flashing passage of Voyager 2, which also discovered two more rings and yet that the planet's magnetic field is stronger than that of Saturn).

Imagem próxima de infravermelhos do sistema de Urano, em 2002.
Image near infrared of the Uranus system, in 2002.
VLT/ESO
Urano /Uranus


Titania, 1600 quilómetros de diâmetro./ 1,600 kilometers in diameter.
Imagem Nasa
Miranda, 500 quilómetros de diâmetro / 500 kilometers in diameter
Miranda, a superfície torturada do satélite. / the tortured surface of the satellite.
Imagens Nasa
Umbriel, 1200 quilómetros de diâmetro / 1200 kilometers in diameter.
Imagem Nasa

Ariel, 1158 quilómetros de diâmetro / 1158 kilometers in diameter.

Ariel, das planuras aos desfiladeiros. / from the plains to the canyons.
Imagens Nasa

Oberon, 1523 quilómetros de diâmetro / 1523 kilometers in diameter.
No lado esquerdo, em baixo, destaca-se uma montanha com cerca de 6 quilómetros de altura.
On the left side, below, there is a mountain about 6 kilometers high.
Imagem Nasa


Ligeia Mare, Titan

Imagem de radar / Radar picture.
Cassini/Nasa

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Angosat 1, perdido no espaço / lost in space.

O satélite de comunicações angolano, colocado em órbita pela Rússia no dia 26 de Dezembro, está à deriva no espaço. Os engenheiros perderam contacto com o satélite.

The Angolan communications satellite, put into orbit by Russia on December 26, is lost in space. The engineers lost contact with the satellite.

Angosat 1, fabricado pela RSC Energia.
Angosat 1, manufactured by RSC Energia.
Imagem Roscosmos


Pictor A, um buraco negro supermassivo e um jacto descomunal. / a super-massive black hole and an enormous jet.

Imagem composta / Composite image

Imagem raios X / X-ray image
Origem/ Source, Chandra / Nasa

Imagem rádio/ Radio image
Origem/ Source, Australia Telescope Compact Array